terça-feira, 17 de julho de 2018

Emenda de Hildo Rocha assegura patrulha mecanizada para comunidades da região das Alvoradas, em Amarante


A Associação dos Moradores da Região das Alvoradas, no município de Amarante, foi beneficiada com uma Patrulha Mecanizada que foi adquirida pela Codevasf com recursos de emenda parlamentar do deputado federal Hildo Rocha, pela Codevasf.

Também foi entregue para a comunidade da Serra Pelada, localizada na região das Alvoradas um sistema de abastecimento de água composto de poço artesiano, com 220 metros de profundidade, caixa d’água de 10 mil litros e rede de distribuição que leva água para as 40 residências daquele povoado.

Participaram do ato, o Superintendente da Codevasf, Jones, Braga; os deputados Hildo Rocha (federal) e Léo Cunha (estadual); vereadores e lideranças das comunidades beneficiadas.

“A palavra de Deus nos diz: de tal maneira falastes de tal maneira procedestes. O que você fala você tem que cumprir. E hoje nós estamos cumprindo uma palavra que foi dita, no dia primeiro de setembro, na casa do Sr. Raimundo de Carlota. Está sendo cumprida. Está aqui o sistema de água e a patrulha mecanizada que foi prometida pelo deputado Hildo Rocha”, lembrou o vereador Azevedo.

O Superintendente da Codevasf, Jones Braga, lembrou que a implantação do Sistema de abastecimento faz parte das ações do Programa água Para Todos. “Esse programa passou mais de dois anos paralisado, no Maranhão, por falta de recursos. Mas, no ano passado, o deputado Hildo Rocha conseguiu um aporte de R$ 10 milhões possibilitando assim a reativação do programa para que pudéssemos executar a implantação de sistemas de abastecimento principalmente nos povoados distantes onde existe carência de água”, destacou Braga.

O deputado Hildo Rocha ressaltou que sem estrutura as comunidades não se desenvolvem. “É necessário ter estradas, energia, escolas de boa qualidade, assistência à saúde e meios de produção”, declarou Hildo Rocha.

“A partir de agora a comunidade passa a ter água de boa qualidade e uma máquina que irá ajudar a melhorar as condições de trabalho e irá contribuir para aumentar a produção e a produtividade dos agricultores desta região”, disse o parlamentar.

“Hoje é uma data histórica para a comunidade de Serra Pelada e toda a região. É necessário que se faça o reconhecimento porque a gente questiona tanto as atitudes dos políticos mas que também a gente saiba reconhecer aqueles que fazem a sua parte, que estão contribuindo para melhorar as condições de vida da nossas comunidades”, enfatizou o vereador Helinho.

“É muito bom saber que a gente tem com quem contar para nos ajudar a resolver os problemas das nossas comunidades”, disse Ribamar Carlota.

“É gratificante ver que o trabalho que estamos realizando, em parceria com o deputado Hildo Rocha e com a lideranças da região estão rendendo grandes benefícios para as comunidades”, destacou o deputado Estadual Léo Cunha.

Mensagem do Vereador José Carlos Soares, Parabenizando aos 166 Anos de Aniversario de Imperatriz a Todos


Quero nesse momento, externar minha alegria, minha gratidão a Deus e minha satisfação por mais um ano em que completa a minha querida cidade de Imperatriz. Como representante do povo, na condição de vereador constituído por Deus e pelo povo, sinto-me honrado em fazer parte dessa história. História de Lutas, conquistas e Vitórias.


Quero dizer a todos os moradores dessa terra amada, que todos vocês, também fazem parte das lutas, conquistas e vitórias até aqui alcançadas. Saibam que sem a participação da sociedade, e sem as bênçãos de nosso Deus, nada teríamos feito.

Portanto, quero parabenizá-los também, pela participação em toda história da cidade. Das crianças aos idosos, sem exceção.


Parabéns a minha belíssima cidade de Imperatriz  pelo seus 166 Anos de  aniversário. Parabéns a todas as famílias de Imperatriz e aos que fazem desta cidade, destaque no cenário regional.


Que o Senhor Jesus, possa continuar abençoando a ti e aos teus amados habitantes.


PARABÉNS, QUERIDA IMPERATRIZ!


São os Votos Sincero do Vereador

*José Carlos Soares

sexta-feira, 13 de julho de 2018

E ABRAÃO MATOU DAVI

Por Edmilson Sanchez
Neste sábado, 23 de setembro, completam-se 19 anos de morte do ex-prefeito de Imperatriz (MA) e ex-deputado federal Davi Alves Silva.
***
Em 23/09/1998 ocorreu um homicídio seguido de um aparente suicídio. Poderia ser mais um registro policial se a vítima não fosse um deputado federal, ex-deputado estadual e ex-prefeito de Imperatriz.
Davi Alves Silva foi morto por Abraão Ribeiro da Silva. Além dos sobrenomes coincidentes, a relação de parentesco: Abraão era cunhado de Davi, isto é, uma das duas irmãs de Davi (que tinha outros dois irmãos) fora mulher de Abraão.
Conheci Davi Alves Silva nos primeiros anos da década de 1980, quando ele ainda não era candidato a nada, a não ser a um financiamento — que não chegou a ser formalizado — na agência do banco federal em que eu trabalhava. No cadastro dele, o apelido, de muitos conhecido: “Manoel Goiano”. A assinatura lhe saía com muito esforço.
Pouco tempo depois, Imperatriz e região seriam testemunhas (e avalistas) de um dos mais espetaculares “cases” da história política do Estado do Maranhão e, quiçá, do País.
Davi era símbolo, no imaginário popular, da pessoa que, saindo da marginalidade (social e legal, mesmo) ascendia à legitimidade política. De acusado de transgredir leis, passou a fazê-las, e, como legislador nacional, assinou a maior de todas elas: a Constituição Federal.
Com ele ou sobre ele não havia meio termo: as paixões que despertava eram antípodas: ou eram inteiramente favoráveis ou eram francamente contrárias.
Com a mesma facilidade, Davi formou amigos e gerou inimigos. Mais que isso, inventou estilo: em Imperatriz, foi o primeiro a usar a 3ª pessoa do singular (“ele”) ao se referir a si mesmo. Conta-se que, para se tornar conhecido no Congresso Nacional, no seu primeiro mandato, encaminhava um aviso para o serviço de som da Câmara dos Deputados. No aviso, pedia-se ao deputado Davi Alves Silva para comparecer com urgência ao gabinete. Isso repetido por diversas vezes em vários dias teria fixado seu nome na mente de seus colegas e dos servidores federais.
Em termos de comunicação, seu nome era fácil de ser trabalhado: três palavras de duas sílabas e cada uma delas com os mesmos três sons de “A”, “V” e “I” (em “Alves” o “e” tem som de “i”). Ou seja, era (é) fácil pronunciar, de um jato só, sem maior esforço vocal, o nome completo do ex-deputado.
Não bastasse essa facilidade natural, em termos de resultados (isto é, vitória nas eleições), ele era politicamente competente, com uma fotogenia peculiar e modo de falar que se transformava em garantia de comunicação com o seu público — praticamente todo ele formado de pessoas simples, material e culturalmente falando.
Davi não tinha eleitores; tinha seguidores. Aonde ele ia, muitos iam atrás. Elegeu-se quantas vezes quis e levou e elevou ao Poder quem quis. Parecia massa de bolo: quando mais lhe “batiam”, acusando-o do cometimento de crimes mis, mais ele crescia. Elegeu-se deputado estadual, deputado federal constituinte, prefeito, deputado federal outra vez; elegeu irmão a deputado estadual, deputado federal e prefeito. Elegeu parentes e aderentes. E, se não fosse morto, nas eleições de 1998 — até os adversários mais prejudicados reconheciam — iria se eleger novamente, pela terceira vez, deputado federal, possivelmente o candidato a ser novamente mais votado por estas bandas.
Se em vida ele carregava acusações, insinuações e maldições dos inimigos que fizera (lembre-se, para ficar em um só caso, o das juras de uma ex-prefeita maranhense que lhe tinha ódio letal), sua morte não lhe diminuiu o peso e, na febre do pós-morte, 11 entre 10 conversas preferem o calor das hipóteses e especulações.
Entre essas “estórias”, conta-se que, seis meses anates de matar e morrer, Abraão teria cometido um ilícito com o qual Davi não concordara, e, daquele dia em diante, pusera o ex-cunhado “de lado”.
Conta-se também que Abraão, sócio ou arrendatário de um posto de gasolina, reclamara de acertos, ainda não realizados, sob responsabilidade de Davi.
Conta-se que Abraão (que se fizera passar por funcionário — ou ator — da Globo, usando até um crachá daquela empresa no desfile de 7 de Setembro em Imperatriz, conforme fotos e testemunhas) seria mais uma pessoa a serviço de adversários políticos e inimigos figadais.
Conta-se que Abraão isso, que Davi aquilo...
Enfim, onde não há (se é que interessa haver) informação, prospera a contra-informação, a desinformação -- e, pior, a deformação. Desde o dia da morte de Davi e até muito tempo depois, em Imperatriz e adjacências, não havia canto de mesa ou esquina de quarteirão onde não se falasse no nome de Davi.
Do boteco mais anti-higiênico ao gabinete político mais arejado, a vida das conversas era a morte de Davi. A diplomacia, a educação recomendarão que certas pessoas interessadas e (in)certas gentes interesseiras não soltassem fogos quando a primeira pá de terra foi posta sobre o caixão. Como se sabe, a verdade é uma busca; na terra, a vida da Humanidade se sustenta mesmo é em mentiras (ou, eufemisticamente, em não-verdades). Se, em nome da verdade, fôssemos dizer tudo o que pensamos e fazer tudo o que devemos ou queremos, as pessoas talvez não se tornassem melhores: simplesmente elas deixariam de existir, tal o quiproquó que daria. Na Psicanálise, chama-se de “sinceridade estúpida” àquela pessoa que diz tudo o que é (ou seria) verdade, sem relativizar/respeitar ambientes, contextos, momentos...
Em língua hebraica, "Davi" significa “amado”. Nesse mesmo idioma, o nome "Abraão" significa “deus exaltado”. O reencontro de um amado popularmente com um exaltado pessoalmente deu no que deu: um homicídio, um suicídio (como atesta a versão oficial). Com os dois mortos, a Terra deixou de ser o ringue em que o acerto de contas final vai se dar.
Nem na Bíblia Davi foi santo. São muitas as semelhanças entre o Davi da história sagrada e seu homônimo de histórias sangradas.
O Davi bíblico foi amado e odiado por muitos. Tinha em volta de si 400 homens que lhe davam segurança. Ganhou popularidade matando (primeiramente, Golias). Gerou hostilidades e durante algum tempo tinha de viver fugindo de inimigos. Era bom com quem se mantinha fiel a ele. Foi vitorioso em inúmeras guerras. Formou um pequeno império em função das fraquezas de outros. Tratava barbaramente os inimigos. Livros de estudos bíblicos dizem textualmente: “A característica predominante de Davi era a violência; era homem, simples, ambicioso e violento e, desde a infância, habituou-se a uma vida de agressão e defesa”. A maior parte dos seguidores de Davi não o abandonava. Davi era dotado de “extraordinário grau de astúcia e habilidade”. “Ele foi hábil em identificar as ocasiões: se não podia promover positivamente as oportunidades, sabia evitar os passos que as poderia prejudicar”.
Se não bastassem essas coincidências, mais uma: o Davi sagrado criou um território seu: Israel. O Davi sangrado criou uma cidade, sua até no nome: Davinópolis. Por último, o benefício da dúvida igualmente paira sobre os dois Davis. Sobre o Davi bíblico, os livros dizem, “ipsis verbis”, que “não devemos manipular a evidência para dar corpo às suspeitas”.
Davi morreu e, tal como Getúlio Vargas, saiu da vida para entrar na história... sem deixar de continuar nas estórias.
A História não escolhe as pessoas nem as seleciona por adjetivo ou folha corrida. Não se sabe se o porvir vai jogar um facho de luz sobre o muito que de obscuro se conta sobre Davi ou se os holofotes serão afastados de vez de sua vida. A desvantagem é que personalidades políticas de vida atribulada sobrevivem à própria existência. Durante muito tempo o nome de Davi ainda continuará sendo osso de ofício para muita gente: na Justiça, para a divisão da herança material (ainda hoje com muita coisa pendente); na política, para a partição ou conquista do espólio eleitoral (nos dias de hoje, sem muitos pretendentes); na imprensa, com publicação de fatos antecedentes, correlatos e consequentes. E, entre outras coisas, na boca do povo, que já gosta de tratar da vida e morte alheia.
Personagem acostumada às notícias sobre ele nada positivas da grande e da local Imprensa (poucos dias antes desse assassinato, foi a revista “Veja” quem se reportou), Davi Alves Silva deixou, com sua morte, um espaço pessoal e político impossível de ser preenchido, pois, se alguns acreditam que votos podem ser transferidos, carisma, não.
Como está no “Mágico de Oz”, um bruxo que morre leva consigo seus feitiços.
EDMILSON SANCHES
edmilsonsanches@uol.com.br
(Foto: Davi Alves Silva em estrada que para a cidade que fundou; e, em foto de Antonio Pinheiro Silva, em conversa com o ex-senador e ex-governador do Maranhão, Epitácio Cafeteira [ao centro] e o ex-deputado federal Sebastião Torres Madeira [à direita]).
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--> Alberto Sampaio - Julisar Nunes Grama Julio - Francisco Mendes Agüero - Carlos Henrique Gaby Rocha - Rprimeiro Primeiro - André Gomes - Mj Correa - Jacqueline Moreira - Francisco Itaerço - Isnande Mota Barros - Carlos Brandão - Antonio Augusto Brandão Frazão -Ribinha Cunha - Atenágoras Reis Batista - Marco Antônio Gehlen - Maria AquinaCícero da Silva - Deusa Andrade - Flávio Borges Gomes - Flavio Tavora Themotheo - Aparecida Marconcine - Antonio Marcos Vila Davi II -Monteiro Da Silva Marcondio - Isaias Neres Aguiar - Adolfo Pires Fonseca Neto - Paulo Fonseca Marinho - Paulo Marcelo Torres - Alex Nunes Rocha - Ricardo Seidel - Fábio Hernandez - Gil Santos - Gil Carvalho -Leopoldo Gil Dulcio Vaz - FagnosVera Soares - Nubia Salviano - Nilson Takashi Hamada - Jose Nilson - Jailson Macedo Sousa - Karla Mendes -Luiz Alberto Bispo - José Bispo de Sousa - Valdizar Lima - José Ribeiro Júnior - Raimundo Trajano Neto - Vandir Fialho Fialho - Graça Carvalho de Souza - Naldson Carvalho - Carvalho Junior - Arimatea Silva - Juvenil Gonçalves

Hildo Rocha viabiliza abastecimento de água para povoados de São Domingos do Maranhão

A descrença dos moradores dos povoados Lagoa de Baixo e Morada Nova só foi superada a partir do momento em que a água jorrou nas torneiras. “Eu não acreditei, no início, porque eu achava que era como as conversas de outros que por aqui já passaram. Mas agora estou vendo que a realidade é outra”, declarou o Sr. Domingos, morador antigo do povoado Lagoa de Baixo.

“Agora vocês podem ficar tranquilos porque vocês tem água dentro das suas casas. Isso é importante principalmente pelo fator saúde que é o que mais importa para todos nós. Por isso, quero deixar um abraço fraterno ao deputado Hildo Rocha por esse trabalho que ele prestou”, destacou o vereador Astolfo Seabra.

O vice-prefeito, Clodomirzinho, disse que além dos dois Sistemas de Abastecimento de Água, viabilizados por meio de emenda do deputado Hildo Rocha, em breve será iniciada a implantação do sistema do Povoado Tamboril. “Além disso, o deputado destinou para o município uma ambulância, equipamentos agrícolas para a abacaxicultura e uma patrulha mecanizada. Por tudo que você tem feito pelo município de São Domingos, eu quero só lhe agradecer, deputado Hildo Rocha”, destacou Clodomirzinho.

União
A vereadora Irislane Avelar lembrou que todas essas conquistas foram conseguidas graças ao apoio do deputado Hildo Rocha, do prefeito Zé da Folha, do vice-prefeito Clodomirzinho, dos vereadores que apoiam a administração municipal e também das comunidades. “Não podemos deixar de agradecer o apoio das comunidades que também lutaram e nos apoiaram tornando possível alcançarmos tantas conquistas importantes para o nosso município”, frisou Irislane.

“Foi a nossa união que possibilitou a construção desses sistemas de abastecimento de água”, enfatizou o deputado Hildo Rocha. O destacou o papel de algumas pessoas que lutaram pela conquista. “Os vereadores Irislane, Astolfo, Antônio Cipó e Leomar pediram o meu empenho para liberar os recursos, junto ao governo federal; o prefeito Zé da Folha e o vice Clodomirzinho conseguiram documentar os terrenos onde foram construídos os sistemas, e as duas comunidades também colaboraram, pois doaram os terrenos onde estão edificados os sistemas”, declarou Hildo Rocha.

“Hoje essas duas comunidades passam a receber água potável em suas casas. O governo federal construiu essas obras e agora a prefeitura vai tomar conta dela. Agradeço ao deputado Hildo Rocha pelos dois poços. A união é que faz a força e nós todos unidos jamais seremos vencidos”, finalizou o prefeito Zé da Folha.

Casais são contemplados com premiação especial durante casamento comunitário em Imperatriz



A tarde desta última quarta-feira (11), foi mais que especial para a dona de casa Ana Paula Gonçalves e o operador de empilhadeira  Railson Sales: os dois fazem parte dos mais de 450 casais que oficializaram a união durante o casamento comunitário realizado ontem na Beira Rio, em Imperatriz. Para completar o momento de felicidade, o casal foi presenteado com uma geladeira nova no sorteio realizado pela Companhia Energética do Maranhão (Cemar), que trabalha com o compromisso de sempre levar satisfação para os consumidores.

Moradores do bairro Vila Eurico, no município de Governador Edson Lobão, Ana Paula e Railson já viviam juntos há 4 anos, e, quando decidiram oficializar a união, não imaginavam que ainda poderiam levar para casa a premiação principal do dia. "Mas quando a gente soube que ia ter o sorteio, pouco antes de tirar o papel, eu falei pra ela: 'vai sair o nosso nome aí' e realmente saiu!", conta Railson. Já a noiva, Ana Paula, afirma que a geladeira veio em boa hora. "Eu quase nunca ganho nada, mas quando ganho, vem logo um prêmio desses! Estou muito feliz, estávamos precisando. A nossa geladeira é simples, vamos doar e ficar com a que a Cemar nos deu", afirma. 


Ainda na ocasião, a Cemar ainda sorteou outros dois eletrodomésticos. Os contemplados foram os noivos Eliane de Lima e Euribiades Filho, moradores do bairro Bacuri e  Elisângela Gomes e Antônio dos Santos, da Vila Lobão,  que levaram para casa uma batedeira e um liquidificador, respectivamente.

Suzano Papel e Celulose recebe novo equipamento em Imperatriz



O filtro irá aumentar a eficiência dos processos da Fábrica

Suzano Papel e Celulose recebeu hoje (12/07) o equipamento DDW, um novo lavador de massa marrom, como é chamada a celulose antes de passar pelo processo de branqueamento. Com alto desempenho e tecnologia avançada, o filtro chegou à Unidade Imperatriz (MA) para aumentar a eficiência da lavagem da polpa marrom, removendo todas as impurezas da celulose antes do processo de deslignificação e branqueamento da massa. Ele garantirá, dessa forma, alta performance e estabilidade nos processos relacionados ao volume de produção, à qualidade do produto final e ao custo caixa da celulose fabricada em Imperatriz.
O equipamento, produzido na Finlândia, tem peso total de 139 toneladas e foi recebido no Porto do Itaqui, em São Luis (MA), no dia 1º de junho. Antes de chegar à Unidade Imperatriz, o DDW passou pela BR-226 e chegou à Imperatriz pelo Sul (vindo de Estreito).
Esse novo lavador de massa marrom promoverá redução no consumo de químicos, assegurando a qualidade do produto final em relação à viscosidade e tração, além de aumentar a eficiência do processo, promovendo um desgargalamento na Recuperação Química. “Buscamos sempre trabalhar com foco na inovação de nossos processos e em alternativas que nos permitam aumentar a eficiência da nossa operação e a qualidade de nossos produtos. Acreditamos que a chegada deste novo equipamento trará ganhos relevantes às nossas operações no Maranhão”, afirma Carlos Moromizato, coordenador de Engenharia de Projetos da Suzano Papel e Celulose.


Sobre a Suzano Papel e Celulose
A Suzano Papel e Celulose é a segunda maior produtora de celulose de eucalipto do mundo e a maior fabricante de papéis de imprimir e escrever da América Latina. Como subsidiária da Suzano Holding e parte do Grupo Suzano, reúne mais de 90 anos de tradição com o que há de mais moderno de tecnologia para a indústria de papel e celulose. Possui sete unidades industriais no Brasil, escritórios internacionais em seis países e estrutura de distribuição global preparada para abastecer mais de 60 países. Produz, além de Celulose, Papéis de imprimir e escrever revestido e não revestido e de Embalagens, Tissue (papéis para fins sanitários) e celulose Fluff (usada na produção de fraldas e absorventes higiênicos), e está investindo na produção de Lignina e derivados, criando uma plataforma de química verde para a substituição de matéria-prima de origem fóssil, entre outras aplicações. Trabalha no desenvolvimento genético de culturas florestais e atua no setor de biotecnologia por meio de sua subsidiária FuturaGene. A empresa possui capital aberto e integra o Novo Mercado, o que reforça seu compromisso com o avanço contínuo das práticas de governança corporativa.  Para mais informações, acesse www.suzano.com.br.

166 ANOS


Geilson Reis, Arimateia Jr e Aureliano Neto foram homenageados com Troféu Jurivê Macedo

Premiação mantém viva memória de um dos maiores cronistas do Maranhão

por Luana Barros

Imperatriz completa 166 anos de fundação. Em sua história, a cidade conquistou trajetória de desenvolvimento graças aos cidadãos que construíram suas vidas e famílias. Em homenagem a essas pessoas, a Prefeitura de Imperatriz fará nesta sexta-feira, 13, entrega de honrarias. Além da Distinção Honrosa “Orgulho da gente” e da Comenda Frei Manoel Procópio, o Troféu Jurivê de Macedo simboliza profissionais de destaque nas áreas de Jornalismo, Educação e Direito, atividades exercidas por Jurivê de Macedo durante décadas.
O Troféu é uma honraria instituída pela Prefeitura de Imperatriz desde o ano de 2010, em homenagem ao expoente da imprensa maranhense e escritor da Academia Imperatrizense de Letras. Premiação será realizada às 19h, no Palácio do Comércio e Indústria de Imperatriz, Rua Bom Futuro, no Centro.
"Celebrar a fundação e o desenvolvimento de Imperatriz como uma das cidades mais prósperas do Brasil é uma honra para mim, enquanto cidadão e gestor público, ainda mais por poder reconhecer o valor do trabalho de cada profissional que tem colaborado com a construção de nossa cidade. O Troféu Jurivê tem essa missão, de homenagear três categorias fundamentais numa sociedade: professor, responsável pela construção do conhecimento; advogado, essencial à Justiça; e jornalista, que leva a informação a todos", destaca o prefeito Assis Ramos.
Conheça a biografia dos homenageados:
Geilson de Arruda Reis (categoria professor)
Professor e Ecologista, nascido em 1985 em Carolina-MA. Mora em Imperatriz desde 1992. Licenciado em Geografia, pela Universidade Estadual do Maranhão – UEMA e Pós-graduado em Metodologia do Ensino da Geografia Aplicada ao Planejamento Ambiental-UEMA e em Educação em Direitos Humanos-UFMA. É professor de Geografia na Escola Santos Dumont, da rede municipal onde fundou no ano de 2012 o “Projeto Bacuri Verde Adote uma árvore”, voltado para a questão ambiental/social urbana, com o objetivo de promover educação aliada à preservação, através de várias atividades, dentre elas a adoção de mudas de árvores e ações voltadas a sustentabilidade. Com a iniciativa, ele representou a cidade em eventos como o Movimento Científico Norte/Nordeste; Febrace-USP, São Paulo; Milset Brasil, em Fortaleza - Ceará, Fecitec, Expociência Nacional México; Prêmio Construindo a Nação-São Luís-MA. Em 2012, Geilson foi ganhador do Prêmio: “Educador Inovador” da Rede SESI em São Luís.
Arimateia JR (categoria jornalista) 
José de Arimatéia Alves Vieira, nascido em 1963 no interior do Maranhão, no Bairro Trizidela em Pedreiras, hoje município Trizidela do Vale. Formou-se em comunicação pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) por direito adquirido e é registrado profissionalmente como radialista. Em sua trajetória, foi reconhecido com os títulos de cidadão la rocquense (Senador La Roque - MA), lobanense (Governador Edson Lobão - MA), João lisboense (João Lisboa - MA) e imperatrizense (Imperatriz - MA). Sua carreira de comunicação foi iniciada ainda em Pedreiras, onde transmitia informação por autofalantes rústicos sobre estacas de madeira. Em seguida trabalhou em carro de som e na rádio Cultura AM, em ambos fazia comerciais para os principais estabelecimentos da região. Trabalhou no Armazém Paraíba por cerca de cinco anos, até ser transferido para a loja de Imperatriz no início 1986, pela expectativa de em horário extra auxiliar o Sr. Moacir Espósito na rádio Imperatriz AM, abrindo espaço para seu primeiro trabalho em rádio difusão. Seu trabalho na rádio Imperatriz durou por dois anos, e em seguida migrou para a rádio Nativa FM, onde permanece por quase 30 anos com participações e períodos de trabalho nas rádios Difusora, Mirante e Carajás. Hoje com a rádio Nativa possui convênios com rádios do Pará e Tocantins, onde o radialista trabalha na condição de correspondente e em participações com editoriais.
Manoel Aureliano Ferreira Neto (categoria advogado)
É maranhense, nascido na capital. Na adolescência e juventude foi operário gráfico por dez anos, até ingressar no curso de Direito, da Universidade Federal do Maranhão. Mais tarde transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde concluiu o seu bacharelado e trabalhou como repórter do Jornal O Dia. Veio para Imperatriz, nos anos 1970, como advogado concursado do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. Ficou no INCRA por três anos e depois montou sua própria banca de advocacia, até ser aprovado em concurso para Juiz de Direito, em 1990. Foi por duas vezes presidente da Subsecção de Imperatriz da Ordem dos Advogados do Brasil e, como juiz, presidiu uma das zonas eleitorais desta cidade de 1995 a 1997. Durante o tempo em que permaneceu em Imperatriz, colaborou com o Jornal O Progresso, integrando a equipe de cronistas liderada por Jurivê de Macedo. A paixão pelas letras o fez escritor, com livros publicados versando sobre o Direito; crônicas e reflexões, e foi coautor da obra Contos de Imperatriz, da Academia Imperatrizense de Letras. Professor de universidades públicas e privadas e da Escola Superior da Magistratura do Maranhão e palestrante, é membro da Academia Maranhense de Letras Jurídicas, da Academia Maranhense de Letras e da Academia Imperatrizense de Letras. Atualmente é magistrado do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão e titular do Oitavo Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo da Capital.

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GESTÃO


Hospital Municipal Socorrão tem nova Diretoria Geral

Mudanças contemplam renovação da estrutura administrativa e informatização do atendimento

por Maria Almeida

Na manhã desta quarta feira, 11, o prefeito de Imperatriz, Assis Ramos, e o secretário de Saúde, Alair Firmiano, apresentaram aos servidores do Hospital Municipal, HMI, a nova diretora do Socorrão, Marília Carvalho. Na cerimônia, no auditório do pronto-socorro, eles anunciaram também o projeto de renovação do sistema de atendimento.
Marília Carvalho é enfermeira concursada, especialista em UTI/ Oncologia /Urgência e Emergência. Exerce a profissão há sete anos e desde então atua na assistência e na gestão da saúde pública. A nova gestora estava na coordenação de enfermagem do HMI há um ano e meio.
Em junho, ela esteve em Salvador (BA), passando por treinamento no Hospital do Subúrbio, referência nacional em atendimento de urgência e emergência no SUS. Ele está entre os 12 hospitais públicos de excelência no Brasil. “O serviço lá funciona até melhor que muitos privados que temos por aqui, e nossa pretensão é funcionar como eles” – explicou Alair.
Para tanto, segundo secretário, será renovada toda estrutura administrativa do hospital, a começar pela informatização dos setores. O sistema que será implantado é o mesmo utilizado pelo Subúrbio. Nesta quinta-feira, 12, a empresa que vai auxiliar nesse processo já iniciará os trabalhos. “Com isso, vamos ter controle de tudo que se faz aqui, desde a recepção ao centro cirúrgico, acompanhando por plataformas digitais” – afirmou.
Marília agradeceu a confiança e ressaltou que seu projeto maior é fazer com que o fluxo aconteça livremente dentro do hospital, para que sua equipe não tenha que intervir, pedindo agilidade. “Tudo será igualitário e vamos trabalhar para ter um hospital com atendimento de qualidade e, principalmente, humanizado”- ressaltou.
O prefeito ressaltou que a nova direção é uma das provas que ele valoriza e prioriza o conhecimento técnico para gerenciamento dos serviços públicos. “A gente não consegue fazer um bom trabalho, se não for junto com uma boa equipe, por isso você está aqui Marília, por mérito, você nunca levantou bandeira política, mas lutou pelas pessoas dentro do hospital. Desejo sorte e lhe dou autonomia, para resolver conforme prevê os protocolos, sem dar prioridades, sem questão de jeitinho” – finalizou.

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