sábado, 22 de setembro de 2018

Neste domingo 23 de setembro completam 20 anos da morte do deputado federal Davi Alves Silva, patrono do município de Davinópolis-MA


Davi Alves Silva nasceu em Vitorino Freire (MA) no dia 25 de julho de 1951, filho de Francisco Alves Silva e de Lúcia Alves Silva. O irmão, Daniel Silva Alves, foi deputado federal pelo Maranhão na legislatura 1991-1995.
Empresário do ramo imobiliário e pecuarista, ingressou na política em 1981, filiando-se ao Partido Democrático Social (PDS). Eleito deputado estadual no pleito de novembro de 1982, assumiu sua cadeira na Assembléia Legislativa do Maranhão em fevereiro do ano seguinte, integrando-se como relator à Comissão de Redação Final, e como vice-presidente à de Trabalho e Ação Social.
Aliado do então ministro da Justiça Ibraim Abi-Ackel, em 1984, participou do cerco e invasão da Assembléia Legislativa maranhense, para garantir ao candidato Paulo Maluf os votos dos delegados estaduais à convenção do PDS. No Colégio Eleitoral que se reuniu em janeiro de 1985, porém, o vitorioso foi o candidato oposicionista, Tancredo Neves, apoiado pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) unido à dissidência pedessista, abrigada na Frente Liberal.
No pleito de novembro de 1986, apesar de estar implicado em vários casos de violência na cidade de Imperatriz (MA), elegeu-se deputado federal constituinte na legenda do PDS e com a ajuda da União Democrática Ruralista (UDR). Concluído o mandato no Legislativo estadual, em janeiro de 1987, tomou posse na Câmara dos Deputados em 1º de fevereiro, sendo indicado líder do partido. Titular da Subcomissão dos Estados, da Comissão da Organização do Estado, funcionou como suplente da Subcomissão de Saúde, Seguridade e do Meio Ambiente, da Comissão da Ordem Social.
Apresentou projeto visando a criação do estado de Carajás, ou Maranhão do Sul, constituído de partes dos estados do Maranhão e do Pará — uma região produtora de grãos que abrangia 19 municípios, ou 108 mil quilômetros quadrados, habitada por uma população de 850 mil habitantes. Em maio de 1987, na Câmara Municipal de Imperatriz, instalou-se a Comissão de Coordenação Pró-Maranhão do Sul, sob a direção dos deputados estaduais Léo Franklin e Raimundo Cabeludo; no Congresso, Davi Alves Silva liderava o lobby, juntamente com o deputado José Teixeira (PFL-MA) e o senador Edson Lobão (PFL-MA).
Na Constituinte, votou a favor da nacionalização do subsolo, da legalização do jogo do bicho e do mandato de cinco anos para o então presidente José Sarney (1985-1990). E contra o presidencialismo e a limitação dos encargos da dívida externa. Faltou às demais votações. Após a promulgação da nova Carta, em 5 de outubro de 1988, exerceu o mandato ordinário. No pleito realizado em novembro foi eleito prefeito de Imperatriz, deixando a vaga de deputado federal para o suplente Eurico Ribeiro.
Na chefia do Executivo municipal foi acusado pelo promotor de justiça Raimundo Abreu, de acordo com notícia publicada no Jornal do Brasil (de 7 de abril de 1990) de acumpliciar-se ao deputado estadual Marconi Farias, do Partido de Reconstrução Nacional (PRN), e ao pecuarista Raimundo Agripino para comandar o crime organizado em Imperatriz, Santa Inês e Bacabal.
Em abril de 1990, quando o PDS se fundiu ao Partido Democrata Cristão (PDC), formando o Partido Progressista Reformador (PPR), Davi Silva preferiu ficar sem partido, e assim concluiu sua gestão na Prefeitura, em 1º de janeiro de 1993. Só decidiu filiar-se ao Partido da Frente Liberal (PFL) em 1994, pouco antes das eleições de outubro, na quais se elegeu deputado federal numa coligação de que também participavam o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), o Partido Social Cristão (PSC) e o Partido Progressista (PP). Obteve na ocasião 59 mil votos — a terceira maior votação da coligação e de todo o estado —, a maior parte proveniente de Imperatriz, sua base eleitoral.
Na Câmara dos Deputados, tornou-se titular das comissões de Defesa Nacional e de Agricultura e Política Rural, e suplente da Comissão de Desenvolvimento Urbano e Interior, bem como da comissão especial do projeto de emenda constitucional que tratava da modificação da estrutura policial. Em 1995, deixou o PFL e, após uma rápida passagem pelo Partido da Mobilização Nacional (PMN), cuja liderança exerceu, filiou-se ao Partido Progressista Brasileiro (PPB), resultado da fusão do PPR com o PP.
Ao longo da legislatura, votou a favor do projeto de emenda constitucional que acabou com o monopólio dos estados na distribuição do gás canalizado, do novo conceito de empresa nacional, do fim dos monopólios nos setores de telecomunicações e de exploração do petróleo, da prorrogação por 18 meses do Fundo Social de Emergência (FSE), rebatizado de Fundo de Estabilização Fiscal (FEF). Esteve ausente na votação do projeto que acabava com a reserva de mercado na navegação de cabotagem, permitindo que as embarcações estrangeiras passassem a operar no transporte de cargas e passageiros entre portos do país.
No ano seguinte, fez parte da Comissão de Viação e Transportes e da Comissão Externa sobre Demarcação das Terras Indígenas, na condição de titular, e da Comissão Especial sobre Gratuidade dos Transportes Coletivos Urbanos e dos Serviços de Diversão Pública para Idosos, como suplente. Ainda em 1996, votou a favor do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF), rebatizado de Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).
Em janeiro de 1997, quando tramitava na Câmara o projeto de emenda constitucional que permitia aos ocupantes do Poder Executivo concorrerem à reeleição, absteve-se de votar no primeiro turno, mas votou a favor no segundo. Em novembro, apoiou o projeto de reforma administrativa do governo que, ao ser aprovado, acabou com a estabilidade do servidor público. Candidato à reeleição, não chegou a disputar o pleito de outubro de 1998, pois foi assassinado por um ex-cunhado, no dia 23 de setembro, em Imperatriz. Sua cadeira na Câmara foi ocupada pelo suplente Antônio Costa Ferreira.
Era casado com Maria Deurivans Carvalho Silva, com quem teve seis filhos.
Sônia Zylberberg/Alan Carneiro

Conheça o valor do salário de um deputado e demais verbas parlamentares


O salário mensal dos parlamentares é de R$ 33.763. Para o exercício do mandato, os deputados federais utilizam mensalmente:
  • Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap): o valor depende do estado de cada deputado, devido ao preço da passagem aérea. Representantes do Distrito Federal ficam com a menor quantia (R$ 30.788,66). Já os de Roraima recebem a maior: R$ 45.612,53.
- passagens aéreas, telefonia e serviços postais (vedada a aquisição de selos);
- manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar, compreendendo locação de imóveis, pagamento de taxa de condomínio, IPTU, seguro contra incêndio, energia elétrica, água e esgoto, locação de móveis e equipamentos, material de expediente e suprimentos de informática, acesso à internet, TV a cabo, licença de uso de software, assinatura de publicações;
- fornecimento de alimentação do parlamentar;
- hospedagem (exceto do parlamentar no Distrito Federal);
- locação ou fretamento de aeronaves, de automóveis (até o limite de R$ 10,9 mil mensais) e de embarcações; serviços de táxi, pedágio e estacionamento até o limite global de R$ 2,7 mil mensais; passagens terrestres, marítimas ou fluviais;
- combustíveis e lubrificantes até o limite de R$ 6 mil por mês;
- serviços de segurança prestados por empresa especializada até R$ 8,7 mil por mês;
- contratação de consultorias e trabalhos técnicos, permitidas pesquisas socioeconômicas;
- divulgação da atividade parlamentar, exceto nos 120 dias anteriores à data das eleições, se o deputado for candidato;
- participação do parlamentar em cursos, palestras, seminários, simpósios e congressos, até o limite mensal de 25% do valor da menor cota mensal, ou seja, a do Distrito Federal;
- complementação do auxílio-moradia, até o limite de R$1.747 mensais.
  • Verba destinada à contratação de pessoal: o valor, que hoje é de R$ 106.866,59 por mês, destina-se à contratação de até 25 secretários parlamentares (cuja lotação pode ser no gabinete ou no estado do deputado), que ocupam cargos comissionados de livre provimento. A remuneração do secretariado deve ficar entre R$ 980,98 e R$ 15.022,32.
  • Auxílio-moradia: R$ 4.253, concedidos aos parlamentares que não moram em residências funcionais em Brasília.
  • Despesas com saúde: os deputados têm atendimento no Departamento Médico da Câmara (Demed) e podem pedir reembolso para despesas médico-hospitalares realizadas fora do Demed. Deputados em exercício do mandato e seus familiares que podem ser incluídos como dependentes no Imposto de Renda têm direito de utilizar o departamento.
  • Cota gráfica: o parlamentar pode solicitar a confecção de material de papelaria oficial (cartões, pastas, papel timbrado e envelopes) e a impressão de documentos e publicações.
  • Ajuda de custo: no início e no fim do mandato, o parlamentar recebe ajuda de custo equivalente ao valor mensal da remuneração. A ajuda é destinada a compensar as despesas com mudança e transporte e não será paga ao suplente que for reconvocado dentro do mesmo mandato.
  • Aposentadoria: a lei do Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC - Lei 9.506/97) prevê aposentadoria com proventos proporcionais ao tempo de mandato. Nesse caso, os proventos serão calculados à razão de 1/35 (um trinta e cinco avos) por ano de mandato. No entanto, é obrigatório preencher os requisitos de 35 anos de contribuição e 60 anos de idade.
Da Redação – ND
A cota pode ser usada para despesas com:
Além disso, se quiser, o parlamentar poderá aderir ao plano de saúde dos funcionários da Câmara, pagando R$ 420 por mês, com direito a rede conveniada nacional e a filhos e cônjuge como dependentes. Também é paga a participação de 25% sobre o valor da despesa médica realizada.

1,2 mil candidatos estão fora da disputa eleitoral após terem registro negado pelo TSE


Justiça Eleitoral rejeitou outros 1.371 candidatos, mas eles entraram com recurso e sua candidatura continua em aberto. Do total de candidaturas definitivamente indeferidas, o TSE barrou até agora 160 com base na Lei da Ficha Limpa
Nas eleições gerais deste ano, dos 29.098 pedidos de candidaturas para todos os cargos em disputa, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já negou o registro de 1.210 candidatos. O tribunal indeferiu outros 1.371 candidatos, mas eles entraram com recurso e sua candidatura continua em aberto.
Além disso, renunciaram a participar das eleições 664 candidatos. O TSE também não reconheceu o pedido de 43 candidatos, enquanto 9 candidatos cancelaram o pedido de registro e 2 faleceram até esta data.
Ficha limpa
Do total de candidaturas definitivamente indeferidas, o TSE barrou até agora 160 com base na Lei da Ficha Limpa.
Especialista em Direito Eleitoral, a advogada Paula Bernadelli ressalta que a impugnação é o ato inicial da análise da inelegibilidade de um candidato.
Paula Bernadelli, no entanto, considera que há uma “intervenção” da Justiça nas eleições. "Há uma questão de judicialização do processo político muito clara no Brasil, muito forte. Há muitas hipóteses que atraem a condição de inelegibilidade dos candidatos e isso permite essa judicialização excessiva do processo. E os registros acontecem junto com a campanha eleitoral, o que cria um cenário de instabilidade para o eleitorado", afirma.
Reportagem – Newton Araújo
Edição – Pierre Triboli

Para o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Marcelo Lavenère, um dos idealizadores da Ficha Limpa, apesar de algumas críticas, essa norma representa um avanço.
"A Lei da Ficha Limpa foi uma resposta à exigência dos cidadãos de que uma pessoa que tivesse contas a prestar na Justiça não pudesse se candidatar, usar o horário eleitoral e, finalmente, se apresentar ao eleitor como se fosse uma pessoa limpa, que não tivesse dificuldades ou que não tivesse já cometido alguma ofensa ao mandato que tinha recebido", afirmou Lavenère.
Uma das principais causas de impedimento de candidaturas por meio da Lei da Ficha Limpa é a condenação por um colegiado de juízes, a chamada condenação em segunda instância.
Impugnação
"Quando um candidato requer o registro de candidatura, a Justiça Eleitoral publica um edital que abre prazo de cinco dias para que alguém impugne esse registro ou apresente uma notícia de inelegibilidade”, declarou. “Só quem pode impugnar é candidato ou o Ministério Público, e a notícia pode ser apresentada por qualquer cidadão. A partir disso, [o pedido] é analisado pelo tribunal, o candidato pode apresentar sua defesa e, ao final, é decidido pela inelegibilidade ou não daquele candidato."
Judicialização
O número final de candidatos efetivamente aptos a serem votados ainda pode mudar – 369 registros de candidaturas sequer foram julgados pelo TSE até o momento. O primeiro turno das eleições será no próximo dia 7 de outubro.

Candidatos não poderão ser presos até o dia da eleição


A imunidade continua valendo para candidatos que passarem para a disputa de segundo turno. Já os eleitores não poderão ser presos no período entre 2 e 9 de outubro
Reprodução/TV Câmara
Segurança - geral - algemas presos prisão detenção criminoso crimes
A imunidade impede que o candidato seja afastado da disputa eleitoral por prisão que possa ser posteriormente revista
A partir de sábado (22), nenhum dos candidatos nas eleições deste ano poderá ser preso ou detido, a menos que seja flagrado cometendo crime. A chamada imunidade eleitoral de candidatos está prevista no Código Eleitoral (Lei 4.737/65) e começa a valer 15 dias antes da eleição (7 de outubro).

A imunidade garante ao candidato o direito ao pleno exercício da democracia, impedindo que ele seja afastado da disputa eleitoral por prisão ou detenção que possa ser posteriormente revista. 

“Na verdade, é uma forma de garantir a normalidade das eleições. Antigamente era comum a autoridade policial estar a serviço de determinada candidatura e fazer prisões arbitrárias para impedir que eleitores apoiassem opositores. Por isso, essa garantia eleitoral se estabelece em torno não só dos candidatos, mas até mesmo dos eleitores”, explica o advogado eleitoral e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Eduardo Alckmin. 

Ele esclarece ainda que, mesmo em caso de prisão ou detenção por flagrante delito, o candidato continuará na disputa, uma vez que a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) proíbe apenas candidaturas de pessoas condenadas em segunda instância por órgão colegiado (tribunal).

“Enquanto ele não for condenado, ele está elegível. Uma mera prisão preventiva, antes de uma condenação de órgão colegiado de segundo grau, não impede que ele continue a concorrer com os demais candidatos”, acrescenta Alckmin.

Neste ano, mais de 27 mil candidatos concorrem aos oito cargos eletivos: Presidência da República e vice, governador e vice, Câmara dos Deputados e assembleias legislativas, além das duas vagas para o Senado. Só para a Câmara, são mais de 8 mil candidatos.

Imunidade do eleitor
No caso dos eleitores, a imunidade eleitoral é mais restrita e impede prisões 5 dias antes o pleito até 48 horas após a eleição. 
Na prática, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido no período entre 2 e 9 de outubro deste ano, a menos que seja flagrado cometendo crime; ou haja contra ele sentença criminal condenatória por crime inafiançável, como racismo, tortura, tráfico de drogas e terrorismo; ou ainda por desrespeito ao salvo-conduto de outros eleitores, criando, por exemplo, constrangimentos à liberdade de votar. 

Ocorrendo qualquer prisão, o preso será imediatamente levado à presença do juiz competente, que avaliará a legalidade da detenção ou a revogará.
Reportagem – Murilo Souza 
Edição – Natalia Doederlein

Cerca de 10 mil pessoas no "Arrastão do 15" com Roseana em Bacabal


A praça da Cohab I foi o ponto de partida para o “Arrastão do 15” tomar as ruas de Bacabal, onde cerca de 10 mil pessoas caminharam com a candidata Roseana Sarney (MDB) na manhã deste sábado (22). O forte ato político organizado pelo atual prefeito Edvan Brandão (PSC) e pelo deputado estadual Roberto Costa foi mais uma grande demonstração de crescimento da campanha da ex-governadora no interior do Maranhão.

“No que depender do povo de Bacabal, a ex-governadora já pode planejar mais oito anos de gestão”, afirmou Edvan Brandão, que lidera as pesquisas de intenção de votos para a disputa municipal que ocorrerá simultaneamente ao segundo turno do pleito eleitoral 2018. “Esse carinho da população só nos fortalece nessa caminhada. Somos muito gratos ao povo de Bacabal”, agradeceu Roseana, ao lado dos candidatos ao Senado, Sarney Filho e Edison Lobão.
Sob sol forte, ao final da caminhada, Roseana falou de suas propostas de governo para a multidão que participou do “Arrastão do 15” em Bacabal.  Assumiu o compromisso de reduzir os impostos para os pequenos comerciantes, de devolver os veículos apreendidos que ainda não foram leiloados, parcelar o IPVA em oito vezes, retomar os programas sociais e criar outros, como o Viva-Gás, e inserir no ensino médio cursos que capacitem os jovens na área digital.
“Quero também restabelecer a qualidade no atendimento dos hospitais que havia na minha gestão, para que as pessoas possam ser atendidas em seus municípios. Não quero mais ver ninguém morrendo nas estradas, dentro de ambulâncias ou nas portas dos hospitais. Isso não é admissível”, enfatizou Roseana.
Também estiveram presentes o senador João Alberto (MDB), o ex-vice-governador Jura Filho, o deputado federal João Marcelo, e diversas outras lideranças políticas da região.




Revitalizada, Praça JK é entregue à comunidade da Lagoa Verde


Novo equipamento dispõe de palco coberto, quiosques e parque infantil

por Gil Carvalho

Em solenidade realizada no começo da noite desta quinta-feira, 20, o prefeito Assis Ramos, acompanhado do secretário de Infraestrutura, Francisco Pinheiro, lideranças políticas e comunitárias, entregou a obra de reforma e modernização da Praça JK, no Povoado Lagoa Verde.
O ex-vereador Richard Wagner destacou a luta pela revitalização do espaço destinado à recreação e lazer dos moradores, quando exerceu o mandato parlamentar e conseguiu viabilizar junto ao deputado estadual Antônio Pereira (DEM) emenda na ordem de R$ 350 mil para construção de novos equipamentos na Praça JK. Obra é realizada com contrapartida da Prefeitura de Imperatriz. “Prefeito Assis Ramos logo que assumiu o mandou verificou a situação do convênio e, prontamente, assinou ordem de serviço para execução das obras”.
O presidente da Associação de Moradores da Lagoa Verde, Simão de Jesus, contou que há mais de 15 anos as famílias sonhavam pela revitalização da praça, que estava praticamente abandonada. “No meu ponto de vista, o prefeito Assis está fazendo um bom trabalho por Imperatriz, especialmente aqui na região da Lagoa Verde”, reconhece. Ele observa que a praça será o novo cartão-postal de chegada ao povoado, com mais de 1.730m² de área construída, contemplado espaços para crianças, jovens e adultos.
O vereador Pimentel (PDT) agradeceu aos governos municipal e estadual pelo esforço em concluir a obra. "Meu reconhecimento especial ao ex-vereador Richard, pois como morador dessa comunidade, não mediu esforços para garantir essa conquista para nosso povo". Ele ressaltou ao enfatizar que a gestão Assis Ramos está fazendo um excelente trabalho ao elencar outras entregas, já realizadas em menos de dois anos de exercício, a exemplo da revitalização da Creche Cantinho da Alegria, no Povoado Centro Novo, primeira obra entregue pelo prefeito em menos de seis meses de gestão.
Para o prefeito Assis Ramos, essa revitalização da praça dá outra vida à rotina aos moradores. "Apesar de todos os empecilhos enfrentados para concluir essa obra, hoje temos a grata satisfação de entregar à comunidade seu novo cartão-postal, moderno e acolhedor".
O secretário de Infraestrutura, Francisco Pinheiro, enfatiza que o local foi modernizado, mas preservou todas as árvores nativase agora dispõe de moderno palco coberto para apresentações culturais, três quiosques, bancos, área livre, pavimentação em bloquetes, área gramada, parque infantil e iluminação pública. Projeto foi elaborado pelos técnicos da Sinfra. “Temos ainda em execução projetos de reforma e modernização das praças da Cultura, no Centro, da Sagrada Família, na Vilinha, e da Voz, no Parque Alvorada II”, ressaltou.

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Bairro Santa Inês recebe “Caravana Arte e Cidadania nas Escolas”

Ação leva palestras, atividades culturais e literárias aos alunos da rede municipal

Publicado em: 21/09/2018 por João Rodrigues
Com muitas novidades em relação ao primeiro semestre, foi retomado nesta sexta-feira, 21, na Escola Municipal Mutirão, na Avenida Newton Belo, Bairro Santa Inês, o projeto “Caravana Arte e Cidadania nas Escolas”.  Ação leva aos estudantes de 7 a 16 anos, as diversas linguagens, tanto na música quanto na poesia e dança, além de abordar cidadania e combate às drogas.
Promovido pela Prefeitura de Imperatriz, via Fundação Cultural e apoio da Academia de Letras e parceiros, atividade teve reforço da cantora Suzana Alcântara que se juntou a Nelinho, Edson e Danilo; o delegado José Ribeiro representou o prefeito Assis Ramos e ministrou palestra sobre cidadania e combate às drogas, e vários alunos fizeram apresentações.

Um grupo de seis estudantes declamou poesia sobre o Rio Tocantins. Já o estudante Daniel Barros, 12 anos, destacou a cidade. “Eu quase morri de vergonha de falar lá na frente, mas foi legal, principalmente, por falar de Imperatriz, lugar que está melhorando cada vez mais”, comemorou Daniel.
Uma criança caracterizada de avó contou uma história e todos os estudantes se divertiram, além de aprenderam com a animadora e contadora de histórias Jô Santos. Os cantores, também, fizeram apresentações e teve o momento de reflexão do servidor da FCI e professor de quadrilhas juninas Sebastiãzinho.

Outra novidade deste semestre foi Cleyton Malabares, artista circense que fez números que prenderam a atenção dos alunos. A programação foi encerrada com a apresentação de um grupo de meninas que dançou o cacuriá, que ensaiaram durante dois dias sob o comando do coordenador do projeto e mestre de cultura, Osório Neto.

“Com certeza o projeto voltou com força total e estamos trabalhando muito para levar essa proposta a várias escolas municipais e até do estado”, enfatizou o titular da Fundação Cultural, José Carneiro Buzuca, que agradeceu o apoio de novos parceiros como o Guaraná River e a Cinesystem Cinema.  As empresas vão distribuir lanches e ingressos para as sessões de filmes.

Neste segundo semestre, a “Caravana Arte e Cidadania nas Escolas" visitará nove escolas, uma creche, o Lar São Francisco de Assis e a Associação de Pais e Amigos de Excepcionais, Apae.

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Prefeito e grupo político aderem à candidatura de Roseana em Santana do Maranhão


O prefeito de Santana do Maranhão, Francisco Tavares (PCdoB), o ex-prefeito Raimundo Tavares e todo o seu grupo político decidiram, por unanimidade, sair da campanha comunista e declarar apoio à candidatura de Roseana Sarney ao governo do Maranhão. Eles organizaram um grande ato político para receber a ex-governadora nesta quinta-feira (20) no município.
Francisco Tavares reuniu vereadores, outras lideranças políticas e comunitárias na casa do seu pai, Raimundo Tavares, e o grupo político decidiu, por unanimidade, apoiar a ex-governadora. “Eu já era Roseana, mas por medo de perseguição política, meu filho temia deixar a campanha comunista. Graças a Deus, como prefeito ele viu que esse governo não governa para os municípios, sequer recebe os prefeitos. Não fez nenhuma obra em nossa cidade, muito menos enviou recurso. Não dá para governar assim”, afirmou o ex-prefeito.
Roseana agradeceu pelo voto de confiança e parabenizou ao prefeito e seu grupo político pela coragem e pela consciência política de deixar a campanha de alguém que governa para poucos. “Um governador que diz ser apoiado por Lula e faz tudo ao contrário. A primeira coisa que ele fez foi acabar com os programas sociais que implantamos. Onde está o Viva-Luz, o Viva-Água e o Primeiro Emprego? Como é que pode um governador tomar a moto e o carro de uma pessoa só porque ela não teve condições de pagar o imposto? Não posso deixar isso continuar e preciso da ajuda do meu povo e de homens corajosos como o prefeito Francisquinho e seu pai”, declarou ela.
Os antigos e os novos aliados lotaram o clube da cidade em que Roseana falou de suas propostas de governo, demonstrando a tendência dessa fase da campanha eleitoral: a crescente adesão à candidatura da ex-governadora.

Fotos: Albanir Ramos