segunda-feira, 20 de setembro de 2010

BNB É O 3º BANCO DE GRANDE PORTE QUE MAIS CRESCEU EM 2009

Fortaleza - O Banco do Nordeste é o terceiro maior banco de grande porte brasileiro que mais cresceu em operações de crédito, entre 2008 e 2009, tendo alcançado uma variação positiva de 46,5% no período analisado. A constatação está no ranking das 1000 maiores empresas brasileiras, promovido pelo jornal Valor Econômico, por meio do Prêmio Valor 1000, disponível na seção “prêmios” do site http://www.valoronline.com.br. A publicação considera como bancos de grande porte as instituições com ativo total igual ou superior a 0,3% do ativo total dos 100 maiores bancos.

No quesito "crescimento em depósitos totais", o BNB ocupa o 4º lugar entre os grandes bancos. No que se refere à "rentabilidade sobre o patrimônio", o Banco também ocupa boa posição, a 6ª, superando a de alguns dos maiores bancos privados do País. Ainda segundo a publicação, o BNB subiu duas posições no ranking dos maiores bancos brasileiros, e agora ocupa o 13º lugar. Outro destaque diz respeito à "rentabilidade operacional, sem a equivalência patrimonial", no qual ocupa o 7º lugar entre os grandes bancos brasileiros.
Motivos
Para o superintendente da Área de Operações Financeiras e Mercado de Capitais do BNB, Fernando Passos, o crescimento das aplicações e das captações de recursos, bem como o incremento no Patrimônio Líquido do Banco do Nordeste, resultam de uma maior produtividade e eficiência dos processos. "Estas variáveis traduzem claramente uma maior produtividade e eficiência", explica.

Fernando Passos acrescenta ainda a importante função contracíclica exercida pelo BNB durante a última crise financeira internacional. Segundo ele, isto favoreceu a expansão do crédito, principalmente de curto prazo, enquanto os bancos privados reduziam sua participação.
O número de operações de crédito contratadas, por exemplo, subiu de 1,8 milhão em 2008, para 2,1 milhões em 2009. Em valores contratados, isto representa um aumento de R$, 13,2 bilhões para R$ 20,8 bilhões, 57,5% de incremento.

Da mesma forma, os depósitos totais saltaram de R$ 4,1 bilhões para R$ 6,3 bilhões; enquanto o patrimônio líquido passou de R$ 1,79 bilhão para R$ 2,07 bilhões. Além disso, o BNB já detém 65% da carteira de longo prazo e 36,5% de todo o crédito no Nordeste, mantendo-se como o segundo banco em volume de crédito rural no País por saldo líquido da carteira.
Futuro
Para o presidente Roberto Smith, o cenário atual difere bastante daquele vivenciado em 2003, quando o BNB ainda era cobrado pela falta de aplicação de seus recursos. "Hoje, a demanda por investimentos é elevada e o FNE já é pequeno perante as atuais necessidades. Isso tem nos levado a buscar novos fundings e esforços de captação, traduzindo-se num banco mais ágil", resume o presidente.
Ele acrescenta que este crescimento sustentável ao longo do tempo tem o aval de medidas governamentais como, por exemplo, a recente autorização de instrumento híbrido de capital e dívida de mais R$ 1 bilhão do Tesouro Nacional, que deve garantir mais fôlego ao Índice de Basileia do BNB e a expansão de suas operações.
Paralelamente ao crescimento operacional, Smith destaca os esforços de modernização e melhoria tecnológica, que visam expandir a eficiência e a governança, para melhor atender aos clientes e alavancar os resultados. "Avançamos em termos de atendimento massificado, contemplando o microcrédito produtivo orientado, urbano e rural, bem como as micro e pequenas empresas", afirma.

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