sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Quer Imunidade

O ex-secretário de Esporte e Juventude, Weverton Rocha foi denunciado à Justiça estadual peloMinistério Público por ato de improbidade administrativa na obra da reforma do ginásio Costa Rodrigues (Centro). Além de Rocha, a empresa Maresia Construções e outras cinco pessoas também foram denunciadas. Os promotores pediram à indisponibilidade dos bens de todos os envolvidos.Por isso, trabalha tanto para ser eleito deputado Federal, quer fugir da prisão e ficar imune como parlamentar. Mais, não deve conseguir este objetivo.
Candidato a deputado federal pelo PDT, Weverton Rocha ocupou o cargo no ex-governo Jackosn Lago (PDT). O ex-secretário é acusado pelo MP de desvio de recursos públicos, de forjar processo administrativo para a contratação da Maresia Construções e aditivar a obra em valor superior ao permitido pela Lei de Licitações.
O processo em que o pedetista Weverton Rocha figura como réu tramita na 2ª Vara da Fazenda Pública, que tem como juiz Carlos Henrique Veloso. Além de Rocha, respondem ao processo o ex-secretário-adjunto radialista Herbert Fontenele; o ex-assessor jurídico Cléber Viégas, Ronalte Carlos Fonseca Marinho, Elison Ferreira Baima do Lago e Leonardo Lins Arcoverde.
No comando da Secretaria de Esporte e Juventude, Weverton Rocha determinou o pagamento de R$ 5.386.944,90 milhões antecipadamente para a Maresia Construções sem que os serviços de reforma do Ginásio Costa Rodrigues fossem feitos.
A reforma do ginásio foi orçada em R$ 1,9 milhão, mas por determinação de Weverton Rocha, o valor foi aditivado em 170% o que elevou o preço da obra para R$ 5,3 milhões, em total descumprimento da leia das licitações.
Durante as investigações os promotores Marcos Valentim e João Leonardo Leal requisitaram a Justiça e foi determinada a quebra de sigilo bancário da Construtora Maresia Ltda., do proprietário da construtora Leonardo Lins Arcoverde e de sua ex-esposa Marly Vieira Nunes Lins Arcoverde.
Na investigação os promotores descobriram que Leonardo Arcoverde utilizou recursos públicos para saldar compromissos pessoais. Para o MP esses atos confirmam o enriquecimento ilícito.

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