segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Roseana foi decisiva para trazer Suzano para Imperatriz

O prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB) elogiou o trabalho da governadora Roseana Sarney no processo de atração para instalação da unidade industrial da Suzano Papel e Celulose ao município de Imperatriz. O pronunciamento do prefeito aconteceu na manhã de sexta - feira (25), no auditório local do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), durante cerimônia de apresentação do programa de Formação de Pessoas da Suzano Papel, lançado na Região Tocantina, que contou com a presença de diretores da empresa, professores, estudantes, empresários, vereadores e do secretário estadual de Trabalho e Economia Solidária, José Antonio Heluy.

O prefeito destacou, que “a governadora Roseana não mediu esforços e se empenhou pessoalmente, para tirar todas as barreiras que impediam a instalação da fábrica na cidade, o que resultou na implantação da mesma em terras imperatrizenses”.
Madeira chegou a lembrar, que o apoio da governadora foi decisivo e sem uma atuação firme do governo maranhense, por meio das secretarias estaduais de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Sinc) e a de Meio Ambiente (Secma), talvez a fábrica não viesse para o município. “Quando a governadora assinou o decreto que declarou o empreendimento de relevante interesse para o estado, em julho de 2009, a partir dali, pudemos iniciar a concretização de um sonho que há muitos anos tínhamos, de trazer uma indústria de grande porte para nossa cidade”, finalizou.
O Grupo Suzano recebeu a licença de instalação para a atividade de produção de celulose e papel, e ainda, autorização (outorga) para uso de água superficial do Rio Cinzeiro, situado na zona rural do município de Imperatriz, para fins industriais.
Com a questão de licenciamento ambiental bem encaminhada, a Suzano segue o projeto de instalação do empreendimento em Imperatriz de acordo com o cronograma estabelecido.
O prefeito imperatrizense, também elogiou a conduta do secretário de Estado de Desenvolvimento e Indústria, Maurício Macedo, que tem trabalhado de forma determinada neste projeto. “Além da Suzano, outros investimentos estão sendo possíveis em Imperatriz, como é o caso do Distrito Industrial, que há mais de 20 anos estava só no papel e agora está concluído, pronto para abrigar novas empresas que aqui queiram chegar”, disse Madeira.

Formação profissional

Cerca de 320 vagas estão sendo disponibilizadas aos interessados no curso de Técnico de Celulose e Papel, sendo esta a primeira ação deste programa, que tem as inscrições abertas entre os dias 28 de fevereiro e 11 de março. O objetivo deste programa é capacitar profissionais da região para participarem dos processos seletivos da Suzano, no Maranhão. Os interessados, devem ter ensino médio completo e idade mínima de 18 anos. Outras informações podem ser obtidas no site do IFMA: www.ifma.edu.br
De acordo com José Antonio Heluy, secretário de Estado de Trabalho, o empreendimento da Suzano Papel chega com uma perspectiva positiva na criação de novos postos de trabalho. “A implantação da fábrica da Suzano em Imperatriz, é estruturante para a economia maranhense, especialmente para as regiões Tocantina e Sul, que ganham uma fábrica de celulose, com a geração de emprego e renda, dentro de uma nova modalidade de cultura que é de florestas plantadas”.
José Antonio, enfatizou também, que o governo já iniciou estudos para implementação de um grande programa de formação de mão de obra especializada, abrangendo várias áreas específicas, possibilitando que os maranhenses, garantam sua vaga nos postos oferecidos pela unidade fabril.
Cronograma de implantação

A previsão é que as obras de construção da fábrica tenham início no primeiro semestre de 2011 e as atividades devem começar em 2013, com capacidade para produzir 1,3 milhão de toneladas/ano de celulose, abrangendo as áreas de Imperatriz, Porto Franco e Açailândia, onde já existem florestas disponíveis, infraestrutura e sistema de logística para o empreendimento. A produção de celulose da Suzano será exportada, por meio de navio a um terminal privado que o grupo pretende construir em São Luís, possivelmente próximo ao Porto do Itaqui.
A instalação do empreendimento vai gerar sete mil empregos diretos durante o pico máximo das obras, mantendo-se uma média de 3.500 empregos diretos e 15 mil empregos indiretos nas demais etapas.

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