sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Pré-candidato do PV aparece na frente em todos os cenários apresentados e tem o menor índice de rejeição

Deputado Marcelo Lelis lidera corrida à prefeitura de Palmas

O deputado estadual Marcelo Lelis (PV) é neste momento o pré-candidato favorito nas eleições à prefeitura de Palmas (TO), liderando todos os cenários testados na pesquisa do IBOPE Inteligência realizada entre os dias 16 e 18 de dezembro de 2011.

Na pergunta sobre intenção de voto espontânea, em que os entrevistados dizem em quem pretendem votar sem ter à disposição uma lista de nomes, Lelis aparece na primeira colocação, com 28%. Eli Borges (PMDB) e Luana Ribeiro (PR) têm 3% das citações cada, enquanto Nilmar Ruiz (PR) e Wanderlei Barbosa (PSB) atingem 2%. Carlos Gaguim (PMDB), Dulce Miranda (PMDB), Edna Agnolin (PDT) e o atual prefeito de Palmas, Raul Filho, têm 1% das citações cada. Outros candidatos citados somam 1%. Nesta sondagem, 9% dos entrevistados afirmam que votariam em branco ou nulo e quase metade (48%) não respondem ou não opinam.

Cenários de intenção de voto

Ainda sem a definição oficial dos candidatos que concorrerão às próximas eleições, foram testados seis cenários de intenção de voto, considerando possíveis nomes para esta disputa.

Marcelo Lelis alcança seu maior índice de intenção de voto (56%) no cenário com Wanderlei Barbosa (9%), Nilmar Ruiz (5%), Edna Agnolin (4%), Dulce Miranda (3%) e Carlos Amastha, do PP (1%). Neste quadro, brancos e nulos somam 13% e 9% não sabem em quem votar ou não respondem.

Em outro cenário, o pré-candidato do PV atinge 52% das intenções de voto, seguido por Luana Ribeiro (10%) e Wanderlei Barbosa (8%), configurando empate técnico entre os dois pré-candidatos. Em um patamar mais baixo, Carlos Gaguim e Edna Agnolin atingem 3% das intenções de voto, e Carlos Amastha, apenas 2%. O índice de eleitores que votariam em branco ou nulo se a eleição fosse hoje é de 12% e outros 9% dos entrevistados dizem não saber em quem votar ou não opinam.

No cenário em que a pré-candidata do PMDB Dulce Miranda é testada, Marcelo Lelis tem a preferência de 51% dos entrevistados, mantendo a primeira colocação. Em seguida, aparecem Luana Ribeiro (10%) e Wanderlei Barbosa (8%). Já Dulce Miranda, Edna Agnolin e Carlos Amastha não atingem índices superiores a 5% das menções. Brancos e nulos somam 12% e 9% não sabem ou não respondem.

Quando o pré-candidato do PMDB é Eli Borges, Marcelo Lelis é citado por 52% dos eleitores entrevistados. Luana Ribeiro aparece com 10%, seguida por Wanderlei Barbosa (8%), Eli Borges (5%), Edna Agnolin (4%) e Carlos Amastha (2%). Nesta simulação, 11% dos entrevistados dizem que votariam em branco ou anulariam o voto e 8% não sabem ou não respondem.

No cenário sem Luana Ribeiro e quando o nome do PR passa a ser o da ex-prefeita de Palmas, Nilmar Ruiz, Marcelo Lelis atinge 54% das intenções de voto. Wanderlei Barbosa tem 9%, e com índices um pouco menores, surgem Nilmar Ruiz (6%), Edna Agnolin (4%), Carlos Gaguim (3%) e Carlos Amastha (2%). Brancos e nulos somam 13% e 10% não sabem ou não opinam.

Na sexta e última simulação testada, Marcelo Lelis lidera com ampla vantagem sobre os demais candidatos (55% das intenções de voto). Os demais nomes aparecem em um patamar bastante inferior - 8% de Wanderlei Barbosa, 6% de Eli Borges, 5% de Edna Agnolin e de Nilmar Ruiz e 1% de Carlos Amastha. Brancos e nulos são 12% e 9% dos entrevistados não sabem ou não respondem.

No estudo, também foi simulada uma disputa apenas entre Marcelo Lelis e Luana Ribeiro, e o deputado do PV vence por 61% a 16%. Quando a adversária de Lelis é Edna Agnolin, novamente ele lidera com ampla vantagem e atinge 66% contra 11% de sua adversária. Diante de Dulce Miranda, Marcelo Lelis é citado por 65% dos eleitores de Palmas, contra 12% da peemedebista.

Nos três cenários acima, os índices dos eleitores que votariam em branco ou nulo e não respondem ou não opinam não sofrem significativas variações e atingem patamares de 14% e 9%, respectivamente.

Rejeição

Além de ter o maior índice de intenção de votos nos cenários testados pela pesquisa, Marcelo Lelis apresenta a menor rejeição entre todos os pré-candidatos avaliados. Apenas 8% dos entrevistados citam o nome do deputado do PV quando perguntados em qual candidato não votariam de jeito nenhum. A maior rejeição é a do ex-governador do Tocantins, Carlos Gaguim, citado por 44% dos entrevistados. Os demais pré-candidatos atingem índices de rejeição inferiores a 22%, sendo que Luana Ribeiro apresenta o menor (10%).
Nesta pesquisa o IBOPE Inteligência utilizou a medida de rejeição estimulada com múltiplas opções, dando aos entrevistados a opção de citar mais de um nome.

Avaliação da administração municipal

A administração do prefeito de Palmas, Raul Filho, é avaliada negativamente por um pouco mais da metade dos eleitores (51% a avaliam como ruim ou péssima), e 30% avaliam como regular. Para apenas 17%, a administração é ótima ou boa.

Cerca de sete em cada dez eleitores desaprovam o modo como o prefeito vem administrando a cidade e somente 27% dos entrevistados aprovam a sua administração. O índice de confiança da população no prefeito é de 24%, ao passo que 70% dos entrevistados dizem não confiar em Raul Filho, configurando um cenário desfavorável para a sua gest&at ilde;o.

Avaliação dos governos estadual e federal

O primeiro ano da administração do governador Siqueira Campos é avaliado como ótimo ou bom por cerca da metade do eleitorado (48%), como regular por 37% e como ruim ou péssimo por apenas 12% dos eleitores de Palmas.

A administração da presidente Dilma Rousseff (PT) é avaliada positivamente por 65% dos entrevistados, como regular por 27%, enquanto 7% a avaliam como ruim ou péssima.

Sobre a pesquisa

Período de campo: de 16 a 18 de dezembro de 2011
Amostra: foram realizadas 602 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais do município de Palmas (TO)
Margem de erro: quatro pontos percentuais para mais ou para menos, considerando intervalo de confiança de 95%.
Fonte: IBOPE Inteligência

A pesquisa em questão não foi registrada no tribunal eleitoral competente pois a sua divulgação ocorreu no ano de 2011, não havendo a obrigatoriedade de registro para este fim.

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