quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Criação de empregos formais recua 21,8% em janeiro, revela o Ministério do Trabalho

Saldo de contratações e demissões foi de 118.895.

O Ministério do Trabalhou divulgou, nesta quinta-feira, que o saldo líquido de empregos criados com carteira assinada no Brasil, em janeiro, foi de cento e dezoito mil oitocentos e noventa e cinco. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados revelam que foram contratados um milhão setecentos e onze mil e quatrocentos e noventa e demitidos um milhão quinhentos e noventa e dois mil e quinhentos e noventa e cinco trabalhadores. O índice de postos criados ficou vinte e um vírgula oitenta e três por cento abaixo do registrado em janeiro de 2011, quando foram contratadas mais de cento e cinquenta e duas mil pessoas. Segundo o Ministério do Trabalho, depois das festas de fim de ano, o comércio foi o setor que apresentou o pior desempenho no mercado de trabalho formal - em janeiro, o número de demissões chegou a trinta e seis mil trezentos e quarenta e cinco superior ao total de contratações. Já o setor de serviços foi o que mais empregou no mês passado – sessenta e um mil quatrocentos e sessenta e três postos de trabalho, já descontadas as demissões. A construção civil foi responsável pela geração de quarenta e dois mil e cento e noventa e nove vagas e a indústria por trinta e sete mil quatrocentas e sessenta e duas. Ainda de acordo com o levantamento do Ministério do Trabalho, em janeiro, o número de contratações cresceu em todas as regiões brasileiras. O Sudeste foi o que mais gerou postos de trabalho, um total de quarenta e cinco mil setecentos e sessenta e três vagas. No Sul, o total registrado foi e quarenta e quatro mil cento e sessenta e quatro e no Centro-Oeste, vinte e dois mil seiscentos e noventa e cinco. No Nordeste, o número apresentado foi menor, cinco mil setecentas e noventa e cinco vagas de trabalho – ainda assim, o segundo maior saldo para o mês de janeiro, na região. No Norte, as contratações superaram as demissões em apenas quatrocentos e setenta e oito postos. O pequeno crescimento, de acordo com técnicos do Ministério do Trabalho, pode ser atribuído ao comportamento negativo dos estados do Amazonas, menos mil trezentas e quarenta e quatro vagas; Roraima, menos trezentas e quarenta e quatro vagas; e Acre, menos duzentas e quarenta vagas de emprego, no primeiro mês do ano.

Reportagem, Juliana Costa

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