sexta-feira, 13 de abril de 2012

A LUTA PELO MARANHÃO DO SUL NÃO TEM DONO, TAMBÉM NÃO TEM PARTIDO

*Josué Moura

Amigos, a luta pelo Maranhão do sul, como já dissemos aqui, não é e nunca foi propriedade de nenhum grupo político, de uma Igreja, de um partido, de sarneysistas ou anti-sarneysistas. Queremos criar um Estado e para isso é preciso mobilização, apoios de qualquer um que queira ajudar. Principalmente se essa pessoa tem condições de ajudar.
Ora, para criar o Maranhão do Sul precisamos que deputados e senadores deliberem a favor da realização de um plebiscito que será no Maranhão inteiro. Dois pedidos de plebiscitos se encontram prontos para serem votados, um na Câmara e outro no Senado.
Aprovado a realização do Plebiscito precisaremos dos votos da maioria dos maranhenses para que digam se são a favor da criação do novo Estado. Depois ainda haverá um longo caminho a percorrer até à sanção da presidenta da República.
Fica claro então que pelo menos nesse primeiro momento nessa luta não cabe radicalismos e os que estão à frente dela têm que estar abertos ao diálogo, ao entendimento, esquecendo partidarismos e outras diferenças tão comuns nas lutas travadas no Maranhão.
Como porta-voz de alguém ou por devaneios próprios e picuinhas políticas e pessoais, alguns desavisados entram no discurso fácil para criticar o fato de uma Comissão Pró-Maranhão do Sul- diga-se de passagem, bastante representativa - ter sido recebida em Brasília pelo presidente do Senado José Sarney e pela presença destacada nessa comissão de alguns oposicionistas. Cite-se a deputada estadual Valéria Macedo (PDT) e este jornalista.

Vejam, se existe um Decreto legislativo no Senado e nós queremos colocá-lo na pauta para votação, a quem devemos procurar? O Papa ou o Sarney?

Com argumentos desfibrados de senso ético ou de uma razão politicamente justa, um desqualificado blogueiro provocador questiona a sinceridade ou não do presidente do Senado quando afirmou que iria ajudar para colocar o pedido de plebiscito em votação e que não criará nenhum obstáculo para a criação do Maranhão do Sul.
Ora, se Sarney estiver nos enganando, se ele não cumprir com sua palavra, isso não é problema nosso. Ele que se entenda com o povo, com a opinião pública nacional. Nós, os integrantes daquela comissão, estamos fazendo o nosso papel, indo dialogar e solicitar o apoio de quem pode dar apoio. E não temos o direito, mesmo sendo oposição a este ou aquele, de duvidar de quem se manifesta favorável.
A grande verdade é que o provocador que se manifesta, é um daqueles que é contra o movimento, contra a criação do Maranhão do Sul, não tem coragem de se posicionar nesse sentido e fica procurando defeitos, tentando desqualificar a comissão, jogando dúvidas para tentar causar o descrédito do povo sul-maranhense em suas lideranças.
Que este e outros provocadores sejam repudiados, pois nada mais querem do que causar intriga e jogar por terra o nosso sonho de liberdade. Viva o Maranhão do Sul!
* Jornalista e membro da Frente Popular Pró Maranhão do Sul.

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