segunda-feira, 24 de novembro de 2014

AUDIÊNCIA PÚBLICA E O FRACASSO DA SINFRA DE IMPERATRIZ



O Fracasso da administração municipal de Imperatriz é desconhecer a própria lei que regulamenta a criação dos planos municipais de saneamento, ou de acreditar que as pessoas não conhecem. Podemos resumir a audiência pública que aconteceu dia 21/11 como um seminário pró privatização que não deu certo.

O prefeito municipal Sebastião Madeira junto aos seus aliados políticos saíram antes do meio da audiência, pois os mesmos deviam esta envergonhados com o fracasso da tentativa de enganar o povo que ali estava presente. A audiência foi marcada por protestos contra as falas de alguns representantes do executivo municipal e gritos contra a privatização da água.

Quem foi na audiência entendeu que não se tratava de uma audiência para elaboração do plano municipal e sim uma audiência para a privatização dos serviços de água e esgoto mesmo sem ter um plano municipal, o que é considerado ilegal.

Para elaborar o plano municipal, é preciso a consulta popular e também necessário a participação do conselho regulador formado por estudantes, professores, biólogos entre ostros especialistas da área de saneamento. Esse órgão não existe no município de Imperatriz.

Por isso é necessário primeiro fazer os órgãos, depois as audiências, e por ultimo finaliza formalizando um novo acordo ou a quebra de contrato com a atual prestadora de serviços. O que não deve ser feito de forma alguma é duas audiências para aprovar um plano que não existe só para beneficiar empresas e o bolso de quem está no poder. Neste ponto nós não nos preocupamos, porque sabemos que o Movimento pela água, a defensoria pública e o ministério público irão garantir que tudo ocorrerá dentro dos parâmetros legais.

O Movimento pela Água pediu a elaboração de um calendário de audiências para que ocorra a devida consulta em todas as partes da cidade. O movimento não acreditar que em duas audiências o povo de imperatriz saberá decidir o futuro da água para os próximos 20 anos. A organização do evento não respondeu a solicitação do movimento, o que parece que eles pretendem formalizar a tentativa de privatização dos serviços.

Autor; José Carlos Almeida, estudante de jornalismo da UFMA imperatriz e membro da comissão de comunicação do Movimento pela Água.

Nenhum comentário:

Postar um comentário