segunda-feira, 6 de abril de 2015

Deputado Hildo Rocha divulga resultados de enquete sobre reforma política

Enquete on-line promovida pelo Deputado Federal Hildo Rocha (PMDB/MA) confirma predominância de opiniões favoráveis ao financiamento individual das campanhas eleitorais, feito exclusivamente por pessoas físicas, apenas com doação dos eleitores (51%); fixação de limites de gastos (88%); e que as eleições sejam realizadas em datas coincidentes para todos os níveis: presidente, senador, governador, deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores (83%).

Em relação ao sistema eleitoral 50% são favoráveis ao sistema majoritário absoluto (distritão); 72% dos votantes se manifestaram contra a tese da reeleição e 78% entendem que o ato de votar deve facultativo.

Prorrogação de mandatos
Quanto aos procedimentos para se unificar as datas das eleições, quesito que tem despertado acalorados discussões, 60% dos votantes se manifestaram favoráveis à prorrogação dos mandatos dos atuais prefeitos e vereadores. 36% se manifestaram a favor de eleições em 2016 para mandato “tampão” de apenas dois anos.  Outro dado relevante, apontado por que 51% Tribunais Regionais Eleitorais devem ser reformulados e passem a ter nova composição.




Argumentos reforçados
Os números apurados endossam alguns pontos de vista defendidos pelo deputado Hildo Rocha. “Penso que um dos primeiros passos na busca de um consenso mínimo a ser construído em torno das grandes questões estruturantes deve ser a discussão crítica de nosso modelo de financiamento das campanhas eleitorais”, defendeu o parlamentar, em artigo publicado recentemente no Jornal O Estado do Maranhão, intitulado “Um olhar sobe a proposta de reforma política”.

Rocha entende que no modelo vigente o poder financeiro se sobrepõe às qualidades, ao currículo e às propostas dos candidatos. “Não podemos mais conviver com um modelo que privilegia a arrecadação de grandes somas dos financiadores com o propósito de custear campanhas cada vez mais caras e sofisticadas”, alegou. Os resultados apurados reforçam os argumentos do parlamentar. 

Ao totalização considera apenas os números redondos. O fracionamento não entra no computo geral. Por esse motivo, a soma dos percentuais obtidos não atinge 100% redondo.

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