terça-feira, 31 de janeiro de 2017

SOCORRÃO: Cerca de 70% dos atendimentos são a moradores de outros municípios



Mesmo com alto número de pacientes, melhorias foram implementadas no acolhimento 
Seguindo as diretrizes de padronização e melhoria no atendimento do Hospital Municipal de Imperatriz HMI – Socorrão, novas medidas foram adotadas e algumas mudanças já são percebidas dentro do Pronto Socorro. Dados apurados pela reportagem apontam eficácia no atendimento, corredores e enfermarias menos lotados. 
Após o mutirão de cirurgias ortopédicas realizado logo na primeira semana de janeiro, a fila de espera por cirurgias dessa especialidade foi eliminada. Pacientes ao darem entrada no hospital já passam pelos procedimentos que necessitam. Nos corredores já não se observa mais um “amontoado de macas” e pessoas agonizando à espera de atendimento. 
Para se ter uma ideia durante essa semana (de 22 a 27 de janeiro), foram realizados mais de 1.500 atendimentos, sendo 802 na clínica médica, 213 no ambulatório, 109 na área de ortopedia, 140 na clínica cirúrgica e 61 procedimentos odontológicos; além de 310 atendimentos na pediatria - no Socorrinho. 
Contudo, as melhorias mais esperadas tanto da parte da comunidade quanto da gestão ainda carecem de novas medidas bem como relata o prefeito Assis Ramos. 
“Para darmos as devidas condições de atendimento na saúde pública de Imperatriz que nossos munícipes merecem, somente quando conseguirmos um novo hospital e quando os municípios vizinhos colaborarem, fazendo repasses proporcionais ao quantitativo de pessoas que atendemos diariamente”, explica. 
A angústia do prefeito observada em seu relato, pode ser traduzida em números. Nessa semana foram realizadas 114 cirurgias das mais diversas especialidades dentro do Socorrão, dessas, somente 43 foram em moradores de Imperatriz.  30 leitos de UTI foram solicitados e ocupados. Somente 09 são moradores de Imperatriz.  
Pacientes de origem das mais distantes cidades tanto do Maranhão, como dos Estados do Pará e Tocantins recorrem ao HMI quando necessitam de atendimento. 
Maria Almeida/ASCOM-PMI 


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