sexta-feira, 31 de março de 2017

Abertura de Centros Atacadistas beneficia economia, diz presidente da Associação Comercial e Industrial de Imperatriz



O Programa de Desenvolvimento dos Centros de Distribuição no Maranhão vai gerar oportunidades de renda e empregos, beneficiando toda a cadeia de consumo no Estado. A avaliação é do presidente da Associação Comercial e Industrial de Imperatriz (ACII), Hélio Rodrigues Araújo.

O projeto é de autoria do Governo do Estado e foi aprovado pela Assembleia Legislativa. A iniciativa busca atrair grandes centros atacadistas, por meio de incentivos fiscais.

Araújo ressalta que, embora o foco do projeto seja atrair grandes centros atacadistas para o Maranhão, o impacto positivo será mais amplo.  “O Estado precisa de novos investimentos, essa legislação não é exclusiva do Maranhão”, afirma.

Ele acrescenta que a chegada de novos centros atacadistas torna a economia mais robusta e pode criar empregos e renda. Araújo também diz que o benefício não se restringe aos atacadistas de maior porte.

“Quando vem um grande investimento para os grandes polos distribuidores do Brasil, isso acaba criando oportunidades para os pequenos e médios efetuarem suas compras para o comércio varejista em melhores condições”.

O presidente da Associação Comercial de Imperatriz lembra, ainda, que os esforços para atrair grandes atacadistas não significam que os pequenos e médios não devam ser apoiados, por meio de outras ações.

Investimentos

Para Hélio Rodrigues Araújo, é preciso desenvolver sempre medidas que atendam os diversos segmentos da economia, evitando o aumento da carga tributária. “Aumentar impostos não é o melhor para a região. Fornecer incentivos para os grandes investimentos melhora a possibilidade de arrecadação”, diz.

Sobre a questão da substituição tributária prevista pelo projeto, Araújo acredita que a medida será positiva e poderá melhorar a arrecadação.
Com o Programa de Desenvolvimento dos Centros de Distribuição no Maranhão, serão beneficiados atacadistas com capital social de R$ 100 milhões e que gerem 500 ou mais empregos diretos. Essas empresas, que atualmente pagariam a média de 18% de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre produtos tributáveis, teriam a carga tributária reduzida para 2%, valores que teriam impacto positivo para a economia do estado.

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