segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

“Minha candidatura não tem mais volta”, diz Roseana Sarney sobre a disputa para o governo


A ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) disse nesta sexta-feira (15), ao participar de um almoço de confraternização dos peemedebistas na residência do senador João Alberto, no bairro do Calhau, em São Luís, que sua candidatura ao Governo do Estado em 2018 não tem mais volta e que ela, logo no começo do próximo ano, dará início às articulações para formar uma ampla aliança partidária, que pode incluir até o PT.
Do almoço participaram também o senador João Alberto, o ex-presidente José Sarney (seu pai), deputados, prefeitos, lideranças políticas, empresários e outros.
Segundo a ex-governadora, o seu ânimo para disputar a eleição vem aumentando dia a dia, sempre que recebe as pesquisas sobre as intenções de voto. Ela respondeu com uma gargalhada quando indagada sobre como interpreta os números dos institutos que dão ao governador Flávio Dino (PCdoB), seu provável maior adversário. Segundo ela, os números que tem são bem diferentes e a deixam bem animada.
Roseana disse que não poderia deixar de concorrer ao quinto mandato depois de receber tantas manifestações de apoio e apelos para retornar ao Palácio dos Leões. Ela frisou que, se eleita, a sua prioridade é recuperar a economia do Maranhão a fim de serem gerados novos empregos com a atração de empresas e estímulo ao empreendedor local.

Roseana com lideranças políticas reunidas na casa do senador João Alberto

A ex-governadora adiantou que estão praticamente fechados com ela os partidos PV, que é presidido pelo seu irmão Sarney Filho, pré-candidato ao Senado; com o PSD, do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab; e vem conversando muito com o PRTB. Outras legendas, acredita, devem definir seu apoio no começo do ano, depois das decisões dos seus diretórios nacionais.
Sobre a possibilidade de uma aproximação com o PT, Roseana lembrou que todas as vezes que os petistas venceram eleições no Maranhão estavam coligados com os peemedebistas. “Eles sempre tiveram nosso apoio”, destacou lembrando que foi assim de 2002 a 2014, tanto na eleição quanto na reeleição de Lula e de Dilma. Indagada se daria a vaga de vice para um petista, desconversou: “Precisamos conversar”.
Roseana fez questão de dizer que, ao contrário do que os adversários especulam, ela não está desmotivada, apenas enfrenta pequenos problemas de saúde por conta de um forte resfriado, mas tem se movimentado e muitas lideranças têm vindo ao seu encontro.

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