quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Mulher conta que se não matasse o militar seria morta por ele

Durante a madrugada o casal estava bebendo e segundo Gabriela Ferreira da Costa, 18 anos, o sargento Araújo exigiu olhar o que havia no celular dela e observou uma conversa íntima dela quando esteve em São Luís. Foi a gota d` água. Ela conta que pegou o revólver dele para não morrer.  Disse ainda que tinha um relacionamento com o sargento desde quando completou 15 anos e que pretendia romper a relação. Veja foto abaixo do momento da prisão da assassina.
Quando retornou de São Luís, a vítima a convidou para passar o  dia em sua companhia. Gabriela relata que estava na casa do sargento e que ele estava usando drogas e diz que na residência do militar está cheia de cápsulas de pó. E que não demorou muito para que Araújo olhasse uma mensagem que a namorada havia recebido no Messenger do Facebook. A partir desse momento ele começou a insistir que Gabriela abrisse suas redes sociais.
“Ele pediu pra ‘mim’ abrir meu Face, pra ver umas fotos que eu tinha tirado em São Luís, eu abri, quando ele viu no Messenger umas amizades íntimas, ele não gostou. Ele começou a me atirar na cadeira. Eu não sei como eu conseguir achar a arma, eu acho que estava em cima da cama. Ele me disse se eu ia matá-lo. Eu disse que vou. Ele disse que se conseguisse tomar a arma da minha mão iria me matar. Disse que os amigos dele não iriam deixar eu chegar nem no presídio…” relata a namorada e assassina do  3° sargento da Polícia Militar, Araújo. Confira no áudio abaixo:

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