terça-feira, 6 de março de 2018

Imperatriz é a primeira cidade do país a receber curso de Zoneamento do Ministério do Meio Ambiente

PIONEIRA

Qualificação voltada a agentes públicos terá duração de quatro dias

por Sara Batalha

O Curso de Zoneamento Ambiental teve seu início na manhã desta terça-feira,06 e contou com representantes do Ministério do Meio Ambiente, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Defesa Civil, Planejamento Urbano e Ministério Público, para discutir a elaboração do Zoneamento Ambiental, ZAM, do município.
Dividido em dois módulos: Introdução ao Zoneamento Ambiental e Elaboração do ZAM, capacitação terá duração de quatro dias entre diagnósticos, prognósticos e saídas em campo para a orientação dos gestores de Imperatriz. De acordo com a Analista Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Célia Melo, proposta inicialmente quer “dar uma cara ao ZAM” em todo o país, ajustar um modelo de roteiro junto às cidades escolhidas.
A escolha dos municípios se deu a partir de critérios como: estrutura básica necessária, grau de contato com o ministério e receptividade dos gestores. “Classificamos cinco cidades por pontuação e Imperatriz foi escolhida como a primeira a receber o curso”, conta a analista ambiental.
A secretária Municipal de Meio Ambiente, Rosa Arruda, comenta a importância de um momento como esse de discussão do tema “Zoneamento Ambiental” para o município. “É um momento único que usaremos para sanar as dúvidas e dar todas as contribuições necessárias para a futura construção do Plano de Zoneamento Ambiental Municipal”, enfatizou Rosa.
A expectativa é positiva, o promotor Jadilson Cirqueira, da 3ª Promotoria Especializada em Meio Ambiente do Ministério Público do Estado do Maranhão, que também participa do curso, fala sobre os ganhos da cidade. “Esse é um procedimento que vai definir dentro do município áreas prioritárias para preservação e conservação ambiental e tudo passa por um olhar especifico dentro do zoneamento ambiental”, comenta o promotor.
De acordo com a ministrante do curso, Cláudia Grossi, mestre em gestão territorial e ambiental, o projeto ainda não está em fase de participação popular, mas de discursão com os gestores, para que em conjunto, seja gerada uma base para a construção de um processo maior: “Essa é uma geração de material técnico para composição de dados e subsídios que serão uma base ambiental”, disse Cláudia. (Texto de Giuliana Piancó)

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