quarta-feira, 20 de junho de 2018

antagens do piso intertravado


Toda discussão é válida, até porque como dizia Arnaldo Jabor "Toda unanimidade é burra". Mas acredito que  pessoas desinformadas sem qq respaldado técnico deveriam "fazer a lição de casa" e estudar antes de falar bobagens. *Parabéns a administração que está preocupada com o melhor pro município, pros cofres públicos e com o meio ambiente*. A crítica em relação ao uso do piso intertravado é no mínimo, burra e sem qq conhecimento de causa. As vantagens desta escolha, vão muito além da estética
Segundo engenheiros especialistas, além de permeáveis, os blocos são de fácil colocação e colaboram com a iluminação pública
A durabilidade do material e o fácil manuseio são apenas algumas das características do piso intertravado.

“Trata-se de peças pré-fabricadas de concreto, que se encaixam umas às outras, sem a necessidade de argamassa ou de mão de obra especializada, pois seu próprio formato as mantém no lugar. Além de fáceis de colocar, os blocos também são fáceis de retirar. Dessa forma, é possível removê-los para fazer reparos no subsolo sem a necessidade de quebra. E, após a conclusão do serviço, basta colocá-los de volta no lugar”, explica o engenheiro da Tecpar Pavimentação Ecológica, Cláudio Roberto de Castro.
E sabe o que isso significa? Que onde quer que o piso intertravado seja utilizado, a paz e o silêncio dos moradores não serão perturbados pelo barulho e pela sujeira, tão comuns em obras. Com essa facilidade de manuseio, é possível que a superfície seja liberada para o tráfego, logo após o assentamento das peças.
Pra quem diz que é um método atrasado. Muito me admira, pois é exatamente o contrário o que estão dizendo os ecologistas e pessoas preocupadas com a sustentabilidade do planeta. Segundo reportagem publicada em site ligado a construções sustentáveis (http://ecopisos.net/357/66333.html) várias são as vantagens desse tipo de pavimento. Vejamos algumas: *“A vida útil do pavimento asfáltico é com certeza menor que 1/1000 (um milionésimo) da vida dos pavimentos de concreto*. O pavimento asfáltico provoca um aquecimento considerável, criando bolsões de calor nos perímetros urbanos que deve ser considerado em tempos de aquecimento global (o aumento da temperatura pode chegar a 3º e a sensação térmica pode aumentar em até 5º, segundo pesquisas). Todo o material desgastado do pavimento asfáltico, tanto o orgânico como o inorgânico acabam nos cursos d’água, entulhando a calha dos mesmos e provocando poluição e contaminação. Este mesmo material inorgânico sólido, o pedrisco, a brita e a areia, provocam desgastes nas manilhas do sistema de drenagem pluvial pelo atrito durante o escoamento. Os pavimentos de paralelepípedos inter-travados e com rejuntamento de areia ou pedrisco, são considerados ecologicamente corretos uma vez que permitem a infiltração da água de chuva recarregando o lençol freático e minimizando os efeitos de enchentes. Os pavimentos de paralelepípedo além de absorver menos calor, propiciam o crescimento de determinadas gramíneas que, além de ajudar a diminuir a temperatura, captam CO2 que é expelido pelos carros, partículas coloidais carregadas de nutrientes que poluem os cursos d’água. A recuperação dos pavimentos de paralelepípedo fica perfeita quando bem executado.” Há uma infinidade de cidades milenares com pavimentações de paralelepípedos preservada até os dias de hoje, como é o caso de: Capela Sistina em Roma de 1508 a 1512, o calçamento foi feito 20 anos depois Coliseu em Roma concluído no ano 37, sem registro do ano do calçamento. Praça vermelha em Moscou pavimento em pedra feito provavelmente há 1200 anos. Avenida Damrak centro de Amisterdan pavimento com mais 350 anos. Arco do Triunfo Paris, calçamento com mais de 700 anos. Lisboa - Portugal, pavimento com mais de 500 anos em perfeito estado de conservação. Ladeiras da cidade de Ouro Preto, calçamento feito por volta do ano de 1720. Praça em Ouro Preto, calçamento tombado no centro histórico. Não bastasse tudo isso, a manutenção da pavimentação de bloquetes intertravados é muito mais barata para o município, principalmente os pequenos que não possuem fábricas de material asfáltico, muito mais oneroso para os cofres públicos. A prova disso está muito perto de nós. As poucas ruas asfaltadas que temos em nossa cidade são um problemas constante para a administração, pois estão sempre esburacadas. Se gasta um valor altíssimo para consertá-las a cada ano e logo vêm as chuvas e danifica tudo novamente. O município não tem estrutura para conservá-las adequadamente, não possui maquinário, e o material asfáltico,  Imaginem o transtorno toda vez que tivermos de abrir uma valeta na via pública para consertar um vazamento de água ou esgoto, se fosse tudo asfalto? Neste caso, o pavimento de bloquetes é muito mais prático.    tivéssemos nós optado pela pavimentação asfáltica, certamente estariam essas mesmas pessoas prontas a criticá-lo, comparando inclusive a situação lamentável em que o mesmo  encontramos nossa cidade no início do mandato. Talvez até apontariam essas mesmas vantagens dos bloquetes apontadas por nós. Entretanto, alguns imaginam que fazer oposição é apenas apontar o dedo. Bem disse certa feita um jornalista que agora não me recordo o nome: “Para cada problema complexo existe uma solução clara, simples e errada.

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