quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Projeto capacita mulheres para ações de empreendedorismo em Imperatriz


A ação é desenvolvida em parceria com uma faculdade particular

por João Rodrigues

Maquiadora profissional Flayanara Gonçalves Pereira pretende abrir um negócio que garanta renda e um pé de meia para o casamento. Já a assistente administrativa de uma escola privada, Daniela Maria Barbosa Pereira quer ampliar a venda de confecções, em casa e para amigos. Em comum, as duas começaram a participar nesta terça-feira, 6, do projeto “Wonder woman” (em português Mulher Maravilha) idealizado e desenvolvido por uma das faculdades do grupo Wyden em parceria com a Prefeitura de Imperatriz, por meio das Secretarias de Desenvolvimento Econômico e Secretaria de Políticas para Mulheres.
Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Josivaldo Santos, explica que o objetivo da iniciativa é empoderar as mulheres por meio do empreendedorismo. "Além das políticas de incentivo para as empresas, a gestão municipal tem concentrado ações que valorizem e oportunizem qualificação aos empreendedores individuais, e as parcerias com a iniciativa privada são essenciais nesse cenário", destaca.
“Uma pesquisa rodada aqui na faculdade sobre a venda de açaí na cidade traz um dado interessante: 60% dos negócios existentes de venda de açaí em Imperatriz são geridos por mulheres, gerando renda, empregos e alimentando seus filhos e vamos capacitar e treiná-las um mês para que saiam daqui em condições de melhorar seus negócios”, destacou o coordenador do projeto, Diego Maciel de Oliveira.
Pelo cronograma, as aulas serão toda terça e quinta-feira, no período da tarde, com a abordagem de temas diversos, desde modelagem de negócios, até design, redes sociais e aulas no laboratório de informática.
O grupo de faculdades, que tem em Imperatriz como representante a Facimp-Wyden, desenvolveu a metodologia do projeto no qual a prefeitura entrou como parceira com duas secretarias, a da Mulher e Sedec. As pastas ficaram com as atribuições de divulgar o curso, incentivar, inscrever e acompanhar as mulheres até a sala de aula.
O coordenador geral da Facimp-Wyden, Diego Leite da Cunha, ressaltou que academia já realiza cursos de extensão, atividades práticas e sociais para a comunidade e este projeto surgiu como nova atividade para proporcionar o empoderamento econômico, psicológico e social para mulheres que têm interesse em ter um empreendimento e sua respectiva independência econômica.
“Nós contamos com a parceria dos agentes da prefeitura através dos agentes da Secretaria Sedec que já vem desde o início da nova gestão em 2017. E desde então temos tido muito êxito em várias parcerias desde a Secretaria de Educação, Secretaria de Saúde até a próprio Sedec e é um projeto em prol da sociedade sem custo para nenhum dos parceiros”, finalizou Diego Leite.

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