quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

A RESPEITO DO SUICIDIO DE PASTORES

Pr:Luis Carlos Porto

É urgente que as igrejas invertam urgentemente a relação ministerial. Normalmente a relação das igrejas (denominações) com seus pastores não passa de uma relação institucional, burocrática, relatorial. É necessário urgentemente a inversão desse processo. Tem que ser relacional, ministerial, familiar, afetivo, de companheirismo e solidariedade. Existe muita desigualdade na igreja. Alguns pastores ganham muito, outros ganham quase nada. Alguns vivem nababescamente, outros passam necessidades. A igreja precisa praticar mais equidade na questão salarial de seus pastores. Deve ter um piso salarial mínimo bem definido. Registrado em ata. Mas um piso salarial que propicie dignidade ao pastor e sua família. Pastores devem estar sendo acompanhado, mentoreado. O pastor precisa fazer boas leituras. Leitura que edifique sua alma, vida familiar, ministério e rebanho. O pastor precisa ter amigos. Famílias amigas. Projetos ministeriais desenvolvidos em parceria com os pastores mais chegados. O pastor precisa ir aos congressos de pastores. Conhecer outros colegas de ministérios. Ouvir novas experiências e ministérios exitosos. Ser ministrado. Enfim, passar a vida toda cuidando dos problemas dos outros não é tarefa fácil. É um ministério glorioso. Mas envolve uma pesada carga emocional. Se, paralelamente, as emoções do pastor estão em pedaços (incompreensões, injustiças, necessidades, fracassos, etc), logo, ficará muito fácil esse homem jogar a toalha. Entretanto, o pastorado precisa voltar as veredas antigas. Respeitado, honrado, reverenciado. A jurisdição da manipulação religiosa, a ganância pelo dinheiro, a competitividade mercadológica e antítese do líder-servo, estão matando o sagrado ministério. Vamos cuidar dos nossos pastores! Pastores bem pastoreados implicam em ovelhas bem pastorearas! É a minha opinião. Pastor Luis Carlos PORTO 

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